Terça-feira, 30 de Outubro de 2012



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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2012



publicado por José Carlos Silva às 19:49 | link do post | comentar

Carlos Ferreira

 

Esta foi apenas a primeira grande ajuda dos Templários a Portugal, muitas outras se tendo seguido.
No seguimento desta ajuda D. Afonso Henriques viria, em 13.03.1129 a ser iniciado como mestre da Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, vulgo Ordem do Templo ou Cavaleiros Templários.
A estas ajudas muitas outras se seguiram e como recompensa esta ordem recebeu domínios territoriais e poder político.
Os Templários tiveram mais tarde um papel determinante na nossa história quando perante as acusações de heresia e dissolução da ordem decretadas pelo rei Filipe IV de França, Filipe o Belo, e pelo papa Clemente V na sexta-feira 13 de Outubro de 1307 (daí a conotação de azar que se manteve até hoje das sexta-feira 13) e as perseguições subsequentes movidas aos seus membros pela inquisição tiveram que fugir e uma parte significativa deles procurou Portugal como refúgio, tendo-se refugiado inicialmente em Soure.
D. Dinis, percebendo a importância, quer pelas riquezas quer pelo poder do conhecimento, da Ordem dos Templários mas não querendo enfrentar a inquisição decidiu acolher os Templários e aproveitar-se da sua riqueza material e do conhecimento.
D. Dinis usou a estratégia de, dissimuladamente, aproveitando a morte do Papa Clemente e a nomeação do Papa João XXII, conseguir a assinatura da bula papal que criou a Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo, vulgo Ordem de Cristo.
Estavam assim reunidas as condições de refúgio dos Templários a sul, com a sua entrada nesta ordem lusitana, permitindo a sua reorganização, tanto mais que assim D. Dinis conseguiu a integração das suas riquezas na Ordem de Cristo, impedindo a sua integração na da Ordem dos Hospitalários como no resto da Europa.
A Ordem de Cristo foi estratégica para os descobrimentos portugueses, de tal modo que o próprio Infante D. Henrique veio a ser Grão-Mestre da ordem.
Foi esse conhecimento acumulado dos Templários, particularmente em matéria como a cartografia, a matemática, a física, a astronomia, etc., etc., que nos deu vantagens e colocou na primeira linha da expansão europeia por mar.
De um modo simplista, e para apanhar o fio à meada da história do dia de hoje, podemos dizer que essa atitude diplomática do Bispo do Porto não só nos deu Lisboa como nos deu a capacidade de descobrir o mundo.



publicado por José Carlos Silva às 16:44 | link do post | comentar

A 16 de Junho de 1147 chegara ao Porto uma armada de cerca de 2 centenas de navios, composta por cruzados Flamengos, Normandos, Ingleses, Escoceses e Germanos.

Segundo rezam as crónicas, o Bispo do Porto (Pedro II Pitões) encarregue pelo Rei D, Afonso Henriques de receber a armada terá convencido os cruzados a participar da operação militar de conquista de território aos Mouros (a sua missão inicial era a de ajudar a defender o território cristão, impedindo a progressão dos mouros para o Norte (Centro) da Europa).

Entusiasmados com a conquista de Santarém, avançaram para Lisboa - as tropas portuguesas por terra e os cruzados pelo mar, penetrando no rio Tejo em Junho de 1147. Iniciava-se assim um longo cerco à cidade de Lisboa, cujas muralhas se mostraram inexpugnáveis.

Ao longo de sucessivos combates e constantes ataques às fortificações mouriscas (com as rudimentares máquinas de guerra da altura) as baixam iam aumentando de ambos os lados, sendo mais difícil de aguentar para os sitiados (o cerco demorou quase 3 meses).

Finalmente, no início de Outubro as forças portuguesas (após trabalhos de escavação nos alicerces) conseguiram fazer ruir um pedaço de muralha e abrir um espaço mais vulnerável na estrutura defensiva dos mouros, por onde intensificaram os ataques.

(eu sei, por momentos até parecia o Gabriel Alves… :P )

A intensidade das batalhas e o heroísmo dos combatentes celebrizaram episódios lendários e eternizaram heróis míticos, como o caso de Martim Moniz (de que vos falarei num outro dia).

Os muçulmanos, enfraquecidos pelos combates, pela fome e pelas doenças, capitularam a 20 de Outubro. No entanto, só no dia 25 de Outubro D. Afonso Henriques e o seu exército entrariam na cidade - que foi violentamente saqueada pelo cruzados.

Após a tomada da cidade, uma epidemia de peste devastou a região dizimando milhares de pessoas.

Lisboa tornou-se capital do reino em 1255.
Foto: Faz hoje 865 anos que D. Afonso Henriques tomou Lisboa aos Mouros! A 16 de Junho de 1147 chegara ao Porto uma armada de cerca de 2 centenas de navios, composta por cruzados Flamengos, Normandos, Ingleses, Escoceses e Germanos. Segundo rezam as crónicas, o Bispo do Porto (Pedro II Pitões) encarregue pelo Rei D, Afonso Henriques de receber a armada terá convencido os cruzados a participar da operação militar de conquista de território aos Mouros (a sua missão inicial era a de ajudar a defender o território cristão, impedindo a progressão dos mouros para o Norte (Centro) da Europa). Entusiasmados com a conquista de Santarém, avançaram para Lisboa - as tropas portuguesas por terra e os cruzados pelo mar, penetrando no rio Tejo em Junho de 1147. Iniciava-se assim um longo cerco à cidade de Lisboa, cujas muralhas se mostraram inexpugnáveis. Ao longo de sucessivos combates e constantes ataques às fortificações mouriscas (com as rudimentares máquinas de guerra da altura) as baixam iam aumentando de ambos os lados, sendo mais difícil de aguentar para os sitiados (o cerco demorou quase 3 meses). Finalmente, no início de Outubro as forças portuguesas (após trabalhos de escavação nos alicerces) conseguiram fazer ruir um pedaço de muralha e abrir um espaço mais vulnerável na estrutura defensiva dos mouros, por onde intensificaram os ataques.(eu sei, por momentos até parecia o Gabriel Alves… :P ) A intensidade das batalhas e o heroísmo dos combatentes celebrizaram episódios lendários e eternizaram heróis míticos, como o caso de Martim Moniz (de que vos falarei num outro dia). Os muçulmanos, enfraquecidos pelos combates, pela fome e pelas doenças, capitularam a 20 de Outubro. No entanto, só no dia 25 de Outubro D. Afonso Henriques e o seu exército entrariam na cidade - que foi violentamente saqueada pelo cruzados.Após a tomada da cidade, uma epidemia de peste devastou a região dizimando milhares de pessoas. Lisboa tornou-se capital do reino em 1255.
 


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Sábado, 13 de Outubro de 2012

A Diocese de Magneto (Meinedo) é uma diocese histórica, sendo actualmente uma sé titular, correspondendo a sua sede à actual povoação de Meinedo, no concelho de Lousada.

Conhecem-se dois bispos da diocese, Basílio e Arisberto, tendo depois disso a diocese sido transferida para Portucale, estando na origem da actual diocese do Porto. A actual sede titular foi restaurada em 1970.

[editar] Lista de bispos de Magneto

  1. Basílio
  2. Arisberto (459)

[editar] Lista de bispos titulares de Magneto

  1. Angelo Frosi, S.X. (2 de Fevereiro de 1970 - 26 de Maio de 1978, depois bispo de Abaetetuba)
  2. Armido Gasparini, M.C.C.I. (15 de Março de 1979 - 21 de Outubrode 2004)
  3. António Francisco dos Santos (21 de Dezembro de 2004 - 21 de Setembro de 2006, nomeado bispo de Aveiro)
  4. Léon Kalenga Badikebele (desde 1 de Março de 2008)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



publicado por José Carlos Silva às 20:17 | link do post | comentar

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